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| Brasília tem o céu mais bonito que eu conheço. Na imagem, o Memorial JK, projeto de Oscar Niemeyer |
Música deste post: Lucy in the Sky with Diamonds, The Beatles
Meu velho/novo lar é um lugar que a maioria dos brasileiros adora desdenhar à distância: “Brasília não tem mar”, “Brasília não tem esquinas”... (Fora a mania de creditar à cidade a culpa pelos desvios éticos na política, como se isso fosse uma questão de latitude e longitude).
O que essa galera não sabe é que a Capital Federal tem um dos céus mais apaixonantes que já vi.
Desde criancinha, adoro olhar para o céu (o jornalismo raptou a futura astrônoma, mas o amor é grande). Quando a vida está chata, quando estou sem paciência pra ler e vige a indigência na programação cinematográfica, são os céus que me protegem do tédio e do mau humor — até o céu de São Paulo é mais atraente que a programação da TV aberta.
Meu velho/novo lar é um lugar que a maioria dos brasileiros adora desdenhar à distância: “Brasília não tem mar”, “Brasília não tem esquinas”... (Fora a mania de creditar à cidade a culpa pelos desvios éticos na política, como se isso fosse uma questão de latitude e longitude).
O que essa galera não sabe é que a Capital Federal tem um dos céus mais apaixonantes que já vi.
Desde criancinha, adoro olhar para o céu (o jornalismo raptou a futura astrônoma, mas o amor é grande). Quando a vida está chata, quando estou sem paciência pra ler e vige a indigência na programação cinematográfica, são os céus que me protegem do tédio e do mau humor — até o céu de São Paulo é mais atraente que a programação da TV aberta.
O mundo está cheio de céus bonitos. Em homenagem à minha recente (re)mudança para Brasília (dona do céu mais lindo do planeta), veja alguns céus que andaram de deslumbrando por aí:
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