Por Bruno Santana
Eu viajo para comer. Esse é um aviso que repito à exaustão para quem quer ouvir meus relatos de viagens ou se interessam em me fazer companhia em uma próxima aventura longe de casa.
Basicamente, conheço os lugares pela boca e minhas principais memórias afetivas das jornadas por aí estão nas comidas que experimento — como reflexo disso, basta olhar qualquer álbum de viagem meu e quase tudo o que irás encontrar são fotos de pratos, doces e restaurantes.
Eu viajo para comer. Esse é um aviso que repito à exaustão para quem quer ouvir meus relatos de viagens ou se interessam em me fazer companhia em uma próxima aventura longe de casa.
Basicamente, conheço os lugares pela boca e minhas principais memórias afetivas das jornadas por aí estão nas comidas que experimento — como reflexo disso, basta olhar qualquer álbum de viagem meu e quase tudo o que irás encontrar são fotos de pratos, doces e restaurantes.
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| Paris é tudo o que dizem + a sopa de cebola |
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| Se o Rio não fosse um espetáculo, ainda teria o Filé à Oswaldo Aranha |
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| E a querida Lisboa ainda capricha no pastel de Belém |
São vários os grandes acontecimentos gastronômicos que marcaram minha memória. Quatro deles, porém, pagaram a viagem sozinhos.
A sopa de cebola de Paris, um hambúrguer sublime em Dun Laoghaire (Irlanda), o filé à Oswaldo Aranha do Rio de Janeiro e os pastéis de Belém são motivo suficiente para você colocar esses destinos em seu roteiro.
A sopa de cebola de Paris, um hambúrguer sublime em Dun Laoghaire (Irlanda), o filé à Oswaldo Aranha do Rio de Janeiro e os pastéis de Belém são motivo suficiente para você colocar esses destinos em seu roteiro.
Fica aqui o meu tributo a estes momentos fugazes, porém decisivos. Quer provar também? Vamos!
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