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17 julho 2026

De saveiro pelas Ilhas da Baía de Todos os Santos

Saveiro Sombra da Lua
Tendo a achar que o velho Odisseu ia curtir esse passeio pelas Ilhas da Baía de Todos os Santos

Grandes odisseias são fantásticas. Ultimamente, porém, tenho me encantado com aventuras mais caseiras. Como a incursão de saveiro às ilhas da Baía de Todos os Santos que fiz no feriadão do Dois de Julho, data em que a Bahia celebra a consolidação da Independência do Brasil.

Essa nova etapa da Expedição Kirimurê foi um jeito bem gostoso de explorar praias e povoados que vivem na cadência das marés e em um tempo próprio, apesar da proximidade com o burburinho de Salvador. Afinal, a ideia das expedições é essa mesma: descobrir pedacinhos do Recôncavo sem pressa e sem furdunço.

Ilha de Bom Jesus dos Passos na Baía de Todos os Santos
A fofa Bom Jesus dos Passos (Bomja, para os íntimos) foi nossa base nesta expedição

Navegando no saveiro Sombra da Lua (nova paixão da Fragata Surprise) e fazendo base na Ilha de Bom Jesus dos Passos — que tem ótima infraestrutura para o turismo — exploramos as ilhas dos Frades, de Maré e de Maria Guarda, além de uma paradinha na Ilha das Vacas, pra contemplar uma Baía de Todos os Santos mais íntima e acolhedora.

Foram quatro dias de expedição, no ritmo da vela e sem aperreios. Veja como foi esse passeio:

Ilha de Maria Guarda na Baía de Todos os Santos
Ilha de Maria Guarda: seja lá quem for o responsável por essa inscrição, está coberto de razão

10 maio 2026

Dicas práticas de Jaguaripe


Jaguaripe no Recôncavo Baiano
Em Jaguaripe, o dia amanhece assim



Se você está procurando um destino encantado, fácil e barato, coloque Jaguaripe na sua lista de desejos. A cidade, fundada no Século 16, é um daqueles encantos que o Recôncavo Baiano soube tecer como ninguém. Um grande lugar pra viver a história, chegar perto da tradição saveirista e provar frutos do mar fresquinhos.

A apenas 100 km de Salvador, Jaguaripe é uma escapada certeira pra quem está na capital baiana (vivendo ou passeando). Estive lá no feriadão de Tiradentes, em uma etapa da Expedição Kirimurê (viagens pelo Recôncavo a bordo do saveiro Sombra da Lua) e recomendo demais a visita — de saveiro é melhor, mas de carro também é uma baita opção.

Paço Municipal de Jaguaripe
Atracadouro de Jaguaripe. Ao fundo, o Paço Municipal, edifício do Século 17
 
Neste post, listei algumas dicas práticas de Jaguaripe pra facilitar sua viagem a essa encantadora cidade. Bora?

02 maio 2026

O que fazer em Jaguaripe

 
Jaguaripe no Recôncavo Baiano
Jaguaripe é uma perolazinha do Recôncavo


Como contei no post anterior, tive um desbundante feriadão de Tiradentes participando de uma expedição de saveiro à fofíssima Jaguaripe, no Recôncavo Baiano.

Minha viagem a Jaguaripe foi uma etapa do projeto Expedição Kirimurê, iniciativa ligada ao movimento saveirista que busca contribuir para a preservação dos saveiros e para a divulgação das belezas únicas do Recôncavo, pátria dessas embarcações essenciais na formação da identidade baiana.  

Saveiro em Jaguaripe
Saveiros e Jaguaripe: pense numa combinação perfeita

Já tinha visitado a cidade algumas vezes, sempre fui fã, mas fazia três décadas que não aparecia por lá. Jaguaripe fica a cerca de 100 km de Salvador (pra quem corta caminho atravessando a Baía de Todos os Santos de ferryboat) e continua encantadora.

É verdade que o melhor dessa viagem foi chegar lá a bordo do centenário saveiro Sombra da Lua, mas ainda que você não tenha a sorte, recomendo muito que você coloque Jaguaripe na sua lista de desejos (vem aí um post om dias práticas da cidade). Você vai encontrar muitas coisas interessantes por lá.

Veja essas dicas:

23 janeiro 2026

Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho - o engenho da memória

Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho
Um museu que me ensinou a gostar de museus está de volta à ativa

Na última sexta-feira (16/01), finalmente pude voltar a um dos museus que me ensinaram a gostar de museus. Cheguei em grande estilo — a bordo de um saveiro centenário — e feliz da vida por reencontrar esse velho amigo. O Museu do Recôncavo Wanderley Pinho está ainda mais lindo do que eu lembrava.

O antigo Engenho Freguesia, sede do museu, tem 266 anos de idade, mas ostenta carinha de recém-nascido: depois de 25 anos fechado, o espaço passou por uma cuidadosa restauração e foi reaberto no último mês de dezembro.

Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho
Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho
Prepare-se para se apaixonar pelo conjunto colonial do Século 18 às margens da Enseada do Caboto

De lá pra cá, o museu já recebeu mais de 5.000 visitantes — e tenho certeza de que todos ficaram tão encantados quanto eu com o conjunto arquitetônico do século 18, com os 28 mil m² de área verde que cercam as construções e com a vista para o mar.

Veja como foi:

19 janeiro 2026

Passeio de saveiro na Baía de Todos os Santos - um dia a bordo do Sombra da Lua

Saveiro Sombra da Lua na Baía de Todos os Santos
É emocionante navegar em um saveiro centenário nas águas da Baía de Todos os Santos



Se você reparou no nome deste blog, será ocioso dizer que sou apaixonada por histórias do mar. Então, imaginem a emoção que experimentei quando fui convidada para um passeio de saveiro na Baía de Todos os Santos. 

E não foi qualquer passeio nem qualquer saveiro: naveguei até o Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho — um dos museus que me ensinaram a gostar de museus — a bordo do Saveiro Sombra da Lua, com 103 aninhos de idade e tombado como Patrimônio Histórico do Brasil.

Atracadouro de saveiros na Feira de São Joaquim
O Sombra da Lua atraca nesse cantinho da Feira de São Joaquim. Embora poucos, alguns saveiros ainda resistem levando e trazendo mercadorias do Recôncavo para Salvador

Américo Vespúcio leva a fama, mas quem descobriu a Baía de Todos os Santos (BTS, para os íntimos) foram os saveiros. Foram os homens do mar que, desde os tempos da colônia, aprenderam a esquadrinhar cada cantinho dos 1.233 km² da baía e tiveram o engenho e a arte de criar o saveiro, a embarcação exata para navegar as águas e interligar os 200 km de litoral banhados por nosso mar interior.

Saveiro Sombra da Lua na Baía de Todos os Santos
O Sombra da Lua: uma imagem dessas desmancha até coração de pedra, né?

Se os movimentos tectônicos tiveram a gentileza de esculpir a Baía de Todos os Santos, os mestres e seus saveiros traçaram as rotas, interligaram vilas, ilhas (são 56 na baía!!) arraiais e engenhos, levando e trazendo não só mercadorias, mas as notícias, os jeitos de ser e de viver.

 Eles inventaram o Recôncavo como pátria de cultura e sotaque únicos. Foram os Ulisses, Eneias e Jasões da minha terra.

Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho na Bahia
O destino do passeio foi o belíssimo Museu do Recôncavo Wanderley de Pinho, às margens da Enseada do Caboto, no município de Candeias

É por isso que meu coração estava aos pulos quando cheguei ao pequeno atracadouro escondido na caótica (e fascinante) Feira de São Joaquim. É lá que atraca o majestoso saveiro Sombra da Lua, completamente restaurado e apto a navegar o nosso pequeno mediterrâneo que é a Baía de Todos os Santos.

Veja como foi:

18 maio 2012

Meus museus favoritos

Museu nacional Centro de Artes Reina Sofia em Madri
O Centro de Artes Reina Sofia, em Madri, é um dos meus museus-xodós nesta e nas próximas encarnações

Atualizado em janeiro de 2026

Hoje, 18 de maio, é Dia Mundial dos Museus. Em alguns cantos do mundo, haverá pompa e circunstância. Aqui no Brasil os festejos são mais discretos. As instituições promovem eventos em torno do tema “Museus em um Mundo em Transformação – novos desafios, novas inspirações”, dentro da programação da 10ª Semana de Museus (14 a 20 de maio), promovida pelo Ministério da Cultura.

Desde criancinha, acho visitar museu um programão  –  até hoje, são minhas disneylândias preferidas. 

Na Salvador dos Anos 60, as opções eram poucas. Havia o Museu Costa Pinto, um  casarão do Corredor da Vitória cujo acervo se concentra em peças de mobiliário, joias, porcelanas e pratarias, especialmente do século 19. 

A grande atração do acervo, porém, não vem da casa-grande: o museu tem uma preciosíssima coleção das chamadas joias de crioula, colares, pulseiras e brincos em ouro que expressam fé, identidade, status e memória das mulheres negras no Brasil dos séculos 18 e 19.

Museu de Arte Sacra de Salvador
Museu de Arte Sacra de Salvador

O Museu de Arte Sacra da UFBa, em Salvador, tem um acervo simplesmente deslumbrante


Também já tinha o Museu de Arte Sacra, instalado no antigo Convento de Santa Tereza, do Século 17, com maravilhosas peças do barroco colonial.

Debruçado sobre a Avenida do Contorno e a Baía de Todos os Santos, o Museu de Arte Sacra tem uma vista absolutamente apaixonante para o mar da minha cidade.


Museu Wanderley de Pinho na Bahia
Museu Wanderley de Pinho
(foto: Sudic/Ba)

O meu preferido era o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, instalado numa antiga sede de engenho, no município de Candeias, a 50 quilômetros de Salvador.

O acervo do Museu do Recôncavo era simples: ferramentas de lavoura, móveis, telas e objetos sacros.

Mas o velho solar do engenho era lindo, o passeio com a família até lá era sempre delicioso e aquela luz do Recôncavo sempre fazia o cair da tarde parecer uma hora mágica, quando todos os sonhos seriam possíveis.

Depois de 25 anos fechado, o Museu do Recôncavo passou por uma baita reforma e reabriu, em dezembro de 2025. Grande programa!


Museu Nacional de Arqueologia da Grécia em Atenas
Museu Nacional de Antropologia do México
Dois museus que me deixaram sem fala de tanto encantamento: o Museu Nacional de Arqueologia de Atenas (no alto) e o MuseuNacional de Antropologia do México


Por que eu amo museus

Museus são bonitos, inteligentes, instigantes e divertidos e ótimas companhias — e isso é mais do que a gente consegue dizer sobre muita gente, né? 😉.

Museus são espaços para aquela contemplação que me aproxima mais de mim, locações perfeitas para o devaneio, para a reflexão ou simplesmente para esquecer do mundo.

Museus ensinam, inquietam e suscitam zilhões de perguntas. Devo a eles grandes momentos de pura felicidade — e um aprendizado muito prazeroso.

Veja essas dicas:

07 janeiro 2012

Itaparica na Bahia - veraneio de antigamente

Forte de São Lourenço em Itaparica na Bahia
A Ponta da Baleia e o Forte de São Lourenço: este cantinho é o melhor lugar para ver o cair da tarde em Itaparica

Dia 7 de Janeiro é dia de empurrar carro de caboclo, reverenciar heróis que só a Bahia conhece e festejar a audácia do povo do Recôncavo.

Foi nesta data, em 1823, que a cidade de Itaparica venceu a esquadra portuguesa que tentava ocupar a Ilha, num dos episódios mais empolgantes da Guerra de Independência.

Largo Tenente Botas em Itaparica na Bahia
Largo Tenente Botas, tradicional ponto de encontro nos fins de tarde, ornamentado para a Festa da Independência

Nada impressionadas com o Grito do Ipiranga, as tropas lusitanas que enxameavam na Bahia precisaram ser mandadas de volta para o outro lado do Atlântico com um pouco mais de persuasão. Coube aos baianos fazer uma guerra para assegurar a Independência do Brasil, consolidada e 2 de Julho de 1823.

No 7 de Janeiro, o povo da Ilha de Itaparica fez bonito. No mar, uma flotilha de saveiros e canoas, comandada pelo marujo João das Botas, enfrentou e venceu a Marinha portuguesa. 

Em terra, as itaparicanas, lideradas pela marisqueira Maria Felipa, explicaram direitinho às tropas da Coroa o significado da expressão "mulher retada".

Carro da Cabocla da Independência de Itaparica
O desfile dos carros do Caboclo e da Cabocla é a melhor parte da festa

Celebrada com alvorada de fogos de artifício, festa de largo, banda de música, desfile de carro de caboclo, samba e folia, a Independência de Itaparica é o grande dia da Ilha e de sua "capital". Com festa ou sem festa, porém a cidade é sempre um delicioso pedacinho de antigamente. 

Eu convido vocês a um passeio em Itaparica. Bora?

07 setembro 2011

A Caravana da Cidadania


Em abril de 1993, acompanhei a primeira Caravana da Cidadania, uma viagem de 4,2 mil quilômetros pelo interior do Brasil, entre Garanhuns (PE) e Vicente de Carvalho (SP), reconstituindo o trajeto feito por Luiz Inácio Lula da Silva, ainda criança, a bordo de um pau-de-arara, fugindo da seca. 
Os mais de 20 dias da Caravana foram narrados por alguns jornalistas no livro "Diário de Viagem ao Brasil Esquecido", publicado pela Editora Scritta em julho de 1993. O livro está esgotado, mas reproduzo aqui o capítulo que me coube na publicação. Infelizmente, não consegui localizar as fotos dessa grande aventura...

Acampamento de trabalhadores rurais em São Bento do Una (PE). Gente que caminha uma légua — seis quilômetros — até a água potável. Carne, só se for de raposa ou de peixe chupa-pedra recolhido na lama do riacho.

As casa são cabanas cobertas de plástico. Luz de fifó, água salobra. São 22 famílias resistindo desde janeiro de 92, brigando por uma terra seca, coberta de mato ralo e cinzento. Recebem-nos cantando: “Se não vem nosso direito, o Brasil perde também”.

02 julho 2011

Dois de Julho em Ipanema

Estátua do Corneteiro Lopes em Ipanema no Rio de Janeiro
O Corneteiro Lopes em Ipanema: homenagem sem pedestal

Música deste post: Hino ao Dois de Julho, Tatau e Orquestra Sinfônica Juvenil

Hoje é dia de baiano estar em Salvador, acompanhando os carros do Caboclo e da Cabocla desde a Lapinha, no Cortejo do Dois de Julho.

Estátua do Corneteiro Lopes em Ipanema no Rio de Janeiro
Estátua do Corneteiro Lopes em Ipanema no Rio de Janeiro
O Corneteiro Lopes foi fundamental na vitória final dos baianos sobre os portugueses, na Guerra de Independência
Estátua do Corneteiro Lopes em Ipanema no Rio de Janeiro
Estátua do Corneteiro Lopes em Ipanema no Rio de Janeiro
A estátua do Corneteiro Lopes foi criada pelo cartunista Ique

Eu, que estou no Rio, fui confraternizar com o meu favorito entre os heróis da Independência da Bahia. Encontrei-o na esquina da Visconde de Pirajá com a Garcia D'Ávila, de tocaia atrás de um poste, o joelho quase no chão.

É assim, sem pedestal, que Ipanema homenageia o Corneteiro Lopes, personagem decisivo na vitória dos baianos contra os portugueses na Guerra de Independência.

29 junho 2011

Recôncavo Baiano - um tesouro histórico e cultural

Igreja do Rosarinho dos Pretos em Cachoeira na Bahia
Detalhe da Igreja do Rosarinho dos Pretos em Cachoeira, na Bahia

Música deste post: Trilhos Urbanos, Caetano Veloso

O Recôncavo Baiano é um dos meus lugares favoritos no mundo. Um universo feito de tradições de matriz africana, sabores únicos e uma história riquíssima, iniciada pelos Tupinambás que povoaram as margens da Baía de Todos os Santos e levada adiante pelos africanos que moveram os engenhos de cana e as plantações de fumo da região.

Pra você que não é da Bahia, explico: o Recôncavo é aquela concha de terra que se enrosca em torno da Baía de Todos os Santos, onde ficam Salvador e as cidades históricas de Cachoeira, São Félix, Maragogipe, Jaguaripe e Santo Amaro da Purificação (mais conhecida por ser a terra de Caetano Veloso e Maria Bethânia). 

Praça do canhão em Cachoeira na Bahia
A cidade de Cachoeira vista Casa de Câmara e Cadeia. Foi neste edifício que a cidade, conhecida como “A Heróica”, proclamou D. Pedro como Regente e Defensor do Brasil, marco da luta pela Independência

Região de relevo suave, clima sempre cálido e muito rica em patrimônio histórico, o Recôncavo Baiano é uma ótima opção de esticada para quem visita Salvador.

Neste post, reproduzo a reportagem que escrevi para a edição 1536 da revista Veja, em 1998, uma viagem pelo maravilhoso Recôncavo Baiano.

08 abril 2011

Cachoeira na Bahia: um tesouro colonial do Recôncavo

Cidade de Cachoeira na Bahia
Cachoeira, no Recôncavo Baiano, tem uma linda arquitetura, culinária irresistível e uma História fascinante

Música deste post: Oriente, Gilberto Gil

Se você vai a Salvador, por que não esticar a visita a Cachoeira, um tesouro colonial do Recôncavo Baiano?

O Recôncavo, pra mim, é o lugar mais bonito do mundo. As muitas décadas de esquecimento e maus tratos não arrefeceram a luz exuberante da região, que faz as cores de lá serem sempre as mais vivas e sedutoras. A paisagem é suave e aconchegante, pontuada por belas cidades coloniais.

A Praça do Canhão vista do balcão da Casa de Câmara e Cadeia
Arquitetura em Cachoeira na Bahia
Adoro essa fachada da Rua Ana Néri

Além de Cachoeira, São Félix, Muritiba, Jaguaripe e Maragogipe completam o encanto.

Pertinho de Salvador (distâncias que giram na casa dos 100 km), as cidades coloniais do Recôncavo são uma super opção de passeio para quem vai à Bahia.

Essa é uma região para descobrir a força da cultura herdada dos africanos — e testemunhar a resistência dessas tradições.

Cidade de Cachoeira na Bahia
Cachoeira clicada do morro da Igreja do Rosarinho dos Pretos
Carro da Cabocla da Independência em Cachoeira na Bahia

Carro da Cabocla da Independência. Todo 25 de Junho, um grande desfile celebra a insurreição de Cachoeira, em 1822, primeiro grande movimento da Guerra de Independência da Bahia


As construções seculares, a culinária e as celebrações são as marcas desta concha de terra que se enrosca em torno das águas da Baía de Todos os Santos. Um universo fascinante que precisa entrar na agenda dos viajantes.

Veja as dicas para visitar Cachoeira e suas vizinhas do Recôncavo: