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| Juraci Dórea representado em cerâmica na entrada do museu. Você atravessa esse portão (à direita) e entra num universo raro e lindo |
Se você foi treinad@ a pensar em aridez e desolação quando ouve falar da Caatinga, está na hora de visitar o Museu de Arte Popular Juraci Dórea e descobrir a exuberância do Sertão — uma fartura que a geografia e a paisagem talvez não mostrem ao olhar apressado, mas que as vidas levadas a pulso esculpem, moldam, talham e colorem numa beleza e numa força de aluvião.
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| Amigos da casa, como o cantador Bule Bule, são homenageados dando nome a espaços do museu |
Um passeio que uniu beleza visual, aconchego de longos papos na varanda, gastronomia sertaneja dos deuses, o silêncio que só a distância do frenesi urbano sabe proporcionar — temperado com música de primeira.
Quem quiser ver uma Bahia bem diferente do cartão postal da beira-mar — e tão linda quanto — vai adorar programar um fim de semana no Museu de Arte Popular Juraci Dórea (sim, porque este é um museu que recebe seus visitantes tão completamente que tem até acomodações para 15 hóspedes de cada vez).
Veja como foi a minha super deliciosa visita a esse tesouro sertanejo:
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