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| Zumbi dos Palmares na Praça da Sé, em Salvador |
São espaços que celebram a memória — a dor, a injustiça, mas também a potência criadora capaz de produzir verdadeiros milagres de beleza no chão do Ocidente.
Alguns desses museus nos colocam diante do gênio de Maria Auxiliadora (1935–1974), Rubem Valentim (1922–1991), Mestre Didi (1917–2013) e Heitor dos Prazeres (1898–1966), ou da vibração que nasce dos 12 compassos do Blues e do metrônomo do meu coração: o Rock’n’Roll.
Não vou repetir aqui os museus com temática musical, que já foram bastante falados aqui na Fragata (veja o post: 10 museus imperdíveis para quem ama música) ou mesmo sobre espaços dedicados às artes visuais de modo geral (tem um índice de museus e sítios arqueológicos completíssimo aqui no blog).
São janelas para histórias muitas vezes invisibilizadas, mas indispensáveis para compreender a humanidade e celebrar suas conquistas. No Dia da Consciência Negra, a Fragata lembra Zumbi dos Palmares e destaca alguns museus que merecem entrar no roteiro de viagem de quem se encanta com a ideia de um mundo mais justo.
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