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| Pequi, doces de frutas do cerrado, pimentas, compotas... O bom de Pirenópolis é que além de se esbaldar com a comida local a gente ainda pode trazer delícias pra casa |
Ainda bem que Pirenópolis é linda. Não fosse a deliciosa penitência de subir e descer as ladeiras da cidade, não sei o que seria da minha cintura, bombardeada pelas muitas calorias das irresistíveis tentações da cozinha goiana. Comer em Pirenópolis é uma devoção.
Começa no frango com pequi e vai desfiando todo um rosário de gostosuras herdadas das tradição dos tropeiros, com ecos de Minas Gerais, de portugueses, africanos e indígenas. Quando você for, vá sabendo que comer em Pirenópolis é coisa séria.
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O carro chefe das lanchonetes de Piri é o empadão goiano.
Não deixe de provar |
A culinária de Goiás tem um evidente sotaque mineiro, herança da exploração do ouro nos tempos coloniais, a partir do Século 18. Mas basta provar um empadão goiano para perceber a personalidade do lugar.
Dois sabores ficam na minha memória como traços marcantes da cozinha goiana. Além do já citado pequi — um fruto amarelo, com um perfume pra lá de sedutor, que tempera o arroz ou o frango — tem a guabiroba, um tipo de palmito amargo, mas bastante saboroso.
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| Haja caminhadas pela cidade pra a gente exorcizar as calorias colecionadas nos restaurantes de Pirenópolis |
Também sou incapaz de resistir à paçoca de pilão, carne seca moída com farinha, alimento típico dos tropeiros que passaram a movimentar a economia local, com o fim do Ciclo do Ouro.
Para quem está de dieta, Piri é um perigo! Veja alguns lugares bacanas onde almoçar e jantar por lá:
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