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| Meus pezinhos na Calçada da Fama do Orpheum Theater de Memphis, junto com um dos reis da cidade |
Poucas vezes na vida vi uma cidade com tanta alma quanto Memphis — e de cidades com alma eu entendo, pois nasci e cresci em Salvador. Às margens da vastidão do Rio Mississippi, a capital do blues e do rock’n’roll guarda muitas histórias, cicatrizes profundas e um ritmo que convida a dançar no meio da rua.
Quando se fala em roteiros criativos, Memphis é incontornável.
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| Graceland, o castelo de Elvis, virou um imenso museu dedicado à memória do Rei do Rock'n'Roll |
Menos famosa que sua prima Nova Orleans, menos grandiosa do que Chicago ou Nova York, menos solar que Miami, ela materializa os versos de Caetano: “o negro que viu a crueldade bem de frente / E ainda produziu milagres de fé no extremo ocidente”.
Feita de ritmo e emoção, Memphis não precisou de esforço algum para entrar na lista das cidades mais apaixonantes que já visitei.
Veja por que:
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