Eu já consegui passar 26 dias na Europa (no comecinho da primavera, março/abril) com uma mochila pesando 7 kg. Lembro que quando fui despachar a bagagem, o atendente da KLM me olhou espantado: “Só isso, senhora?” E eu: “Moço, o senhor está parecendo a minha mãe”.
A única coisa de que senti falta naquela bagagem essencial foi a lixa de unhas — como sou uma eterna roedora em recuperação, não posso viver sem isso.
Agora que as companhias aéreas que operam no País estão liberadas para cobrar pela bagagem despachada, o comedimento na hora de fazer as malas deixou de ser apenas uma questão de conforto, para virar medida de proteção ao nosso bolso. Tem coisas, porém, que não dá pra não levar, por mais curta que seja a viagem.
O “kit de sobrevivência fora de casa” varia de viajante para viajante. Neste post eu apresento a minha bagagem essencial, composta, basicamente, de coisinhas minúsculas, fáceis de acomodar e que quebram um super galho quando estou na estrada.
Dá uma olhada na minha tralha indispensável e se tiver alguma dica matadora, por favor, coloque lá caixinha de comentários.
A única coisa de que senti falta naquela bagagem essencial foi a lixa de unhas — como sou uma eterna roedora em recuperação, não posso viver sem isso.
Agora que as companhias aéreas que operam no País estão liberadas para cobrar pela bagagem despachada, o comedimento na hora de fazer as malas deixou de ser apenas uma questão de conforto, para virar medida de proteção ao nosso bolso. Tem coisas, porém, que não dá pra não levar, por mais curta que seja a viagem.
O “kit de sobrevivência fora de casa” varia de viajante para viajante. Neste post eu apresento a minha bagagem essencial, composta, basicamente, de coisinhas minúsculas, fáceis de acomodar e que quebram um super galho quando estou na estrada.
Dá uma olhada na minha tralha indispensável e se tiver alguma dica matadora, por favor, coloque lá caixinha de comentários.
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